Sobre o Autor:



Quando era criança residente na pequena cidade de Tapirai, Vale do Ribeira, em São Paulo, Içami Tiba sonhava em ser caminhoneiro. No pensamento do menino, era uma forma de sair da cidade, de viajar. A idéia não saiu do pensamento mas ganhou uma nova forma depois que ele viu um médico na cidade, cuidando da sua irmã. A partir daí decidiu estudar Medicina, para atender cada dia novo um novo vilarejo sem médico. Durante o curso, percebeu que este atendimento médico seria inviável. Hoje ele está realizando este sonho de viajar, não de Kombi mas de avião para vários países, não fazendo consultas médicas mas palestras levando não remédios mas oportunidades para pais, educadores e empresários melhorarem sua qualidade de vida através da educação. Seus livros funcionam como sementes que o destino leva por caminhos que ele mesmo desconhece para atingir famílias, escolas e instituições que de outra forma não teriam acesso ao seu trabalho. Tudo isso sem deixar de atender os adolescentes e suas famílias em sua clínica particular. Casado há 35 anos com M. Natércia, tem 3 filhos: um advogado, uma psicóloga e outra terminando sua faculdade de Direito. Além deles, sua família, à qual se dedica totalmente, se completa com dois netinhos.
 
Dinâmico, Tiba costuma dizer que se divide em três atividades: psicoterapeuta; palestrante e escritor.
 
Escritor consagrado, ele é autor de 22 livros e superou a marca de 2 milhões de exemplares vendidos. Na estatística, contabiliza mais de 3.300 palestras e mais de 76 mil atendimentos psicoterápicos a adolescentes e suas famílias. Tem 12 vídeos educativos, cujas vendas ultrapassam 14 mil cópias. Atualmente apresenta na Rede Vida de Televisão, o programa Quem Ama, Educa!, dirigido a pais e educadores.
 
Números que dão uma mostra do reconhecido trabalho desse médico que tem como paixão a busca da melhoria do próprio ser humano.

 

 
Imprensa
Conversas com Içami Tiba
 

Conversas com Içami Tiba. Volume 2
Içami Tiba

No volume 2 de "Conversas com Içami Tiba", o psiquiatra trata, dentre outros temas, de questões relacionadas ao grande tormento dos pais de adolescentes, que é a "onipotência equivocada" desta fase da vida. Relembra casos amplamente noticiados pela imprensa, como o do casal de namorados que foi acampar em local ermo e foi assassinado ou o casal que matou os pais da moça e outros, nem tanto, como as histórias cada vez mais comuns de rapazes embriagados ou drogados, que se envolvem em sérias brigas de trânsito e até adolescentes que desistem de viver por conta de uma desilusão amorosa. A partir destes fatos, Dr.Tiba fornece mecanismos para lidar com os jovens.

O psiquiatra e educador especialista em adolescentes, Dr. Içami Tiba lança a série "Conversas com Içami Tiba", que série traz versão atualizada e precisa de partes essenciais e práticas dos textos de maior relevância do autor, extraídos dos livros - "Quem Ama, Educa! - formando cidadãos éticos", "Seja Feliz, Meu Filho", "Ensinar Aprendendo", "Adolescentes: Quem ama, Educa!", "'O Despertar do sexo", "'O Executivo & Sua Família", "Disciplina: limite na medida certa", "Anjos caídos", "Homem Cobra, Mulher Polvo". As obras comentam assuntos presentes nas famílias brasileiras, apresentados de forma prática para a consulta, funcionando como um guia. Indicado para pais, professores e familiares, "Conversas com Içami Tiba" aborda a infância e adolescência, respectivamente.

De acordo com o psiquiatra, a idéia da coleção de bolso - tipo de livro que pode ser transportado para qualquer lugar - nasceu da necessidade dos leitores - que ainda não tiveram oportunidade de se debruçar sobre a obra completa do médico - em adquirirem informações objetivas, no que diz respeito à educação de jovens e crianças para a vida. E já que a educação é um processo longo, essas obras podem contribuir para despertar o interesse dos leitores em se aprofundar nos temas destacados no formato pocket - o que é possível fazê-lo lendo os demais livros do autor nos quais se baseiam esses volumes ou ainda, procurando ajuda de um profissional especializado.

"Fica difícil acreditar que ainda hoje possamos educar nossos filhos só porque já fomos filhos e vimos como funcionaram nossos pais. Estes nasceram no milênio passado e são, como nós, meros migrantes para a internet e para o celular multifunções. Enquanto isso, os filhos, hoje, não vivem sem o teclado nas mãos", avalia.