|
Conversas com Içami Tiba. Volume 4 Içami Tiba
No volume 4 de "Conversas com Içami Tiba", o psiquiatra trata, dentre outros temas, as diferenças entre os sexos e nos ajuda a analisá-las. Assim, com humor, o leitor poderá reconhecer a si mesmo(a) e, a partir disso, refletir sobre as diferenças que há entre homens e mulheres na vida a dois. Se homens e mulheres são diferentes, também encontram sintonias nessas diferenças e, lembrá-las ao leitor significa vislumbrar bons caminhos para a felicidade e harmonia. Homens e mulheres são tema de arte, luta, vida e amores em todos os tempo. São o tema de nossas vidas.
O psiquiatra e educador especialista em adolescentes, Dr. Içami Tiba lança a série "Conversas com Içami Tiba", que série traz versão atualizada e precisa de partes essenciais e práticas dos textos de maior relevância do autor, extraídos dos livros - "Quem Ama, Educa! - formando cidadãos éticos", "Seja Feliz, Meu Filho", "Ensinar Aprendendo", "Adolescentes: Quem ama, Educa!", "'O Despertar do sexo", "'O Executivo & Sua Família", "Disciplina: limite na medida certa", "Anjos caídos", "Homem Cobra, Mulher Polvo". As obras comentam assuntos presentes nas famílias brasileiras, apresentados de forma prática para a consulta, funcionando como um guia. Indicado para pais, professores e familiares, "Conversas com Içami Tiba" aborda a infância e adolescência, respectivamente.
De acordo com o psiquiatra, a idéia da coleção de bolso - tipo de livro que pode ser transportado para qualquer lugar - nasceu da necessidade dos leitores - que ainda não tiveram oportunidade de se debruçar sobre a obra completa do médico - em adquirirem informações objetivas, no que diz respeito à educação de jovens e crianças para a vida. E já que a educação é um processo longo, essas obras podem contribuir para despertar o interesse dos leitores em se aprofundar nos temas destacados no formato pocket - o que é possível fazê-lo lendo os demais livros do autor nos quais se baseiam esses volumes ou ainda, procurando ajuda de um profissional especializado.
"Fica difícil acreditar que ainda hoje possamos educar nossos filhos só porque já fomos filhos e vimos como funcionaram nossos pais. Estes nasceram no milênio passado e são, como nós, meros migrantes para a internet e para o celular multifunções. Enquanto isso, os filhos, hoje, não vivem sem o teclado nas mãos", avalia.
|